História

A Casa Amarela não é apenas uma construção; é o reflexo da dedicação e do esforço entrelaçados ao longo de anos. Idealizada e construída por Eduardo e Maria Cleusa, cada parede e cada detalhe carregam a essência de dias vividos com intensidade — dias azuis e vermelhos que moldaram a alma deste lar. Entre tijolos e risos, ergueu-se um verdadeiro refúgio de memórias, onde cada canto guarda histórias de vida, afeto e convivência.

Foi ali que cresceram Maria Gabriele Fachini e João Marco Fachini, cercados de carinho e momentos que ecoam até hoje.

E não foram apenas pessoas que deram alma à casa: cães e gatos também a habitaram, deixando marcas afetivas profundas.

Carmô, inspirada na personagem de Roque Santeiro; Mosquita, a pastor alemã preta, fiel e inteligente; Tatu, escudeiro do Eduardo; e Banque, eterno adolescente, permanecem na memória afetiva do lar. Alfredo (Alfi) ainda percorre os jardins do Fachini Art Studio, mantendo viva a presença animal no espaço. Entre os gatos, Fred deixou saudades, enquanto Tônia e o majestoso Benjamin continuam vivos, agora ao lado de João Marco, Maria Gabriele e Maria Cleusa, garantindo a continuidade afetiva da família.

Foi ali que cresceram Maria Gabriele Fachini e João Marco Fachini, rodeados de carinho e de momentos que ecoam até hoje. À família humana somaram-se companheiros animais que marcaram profundamente a história da casa: Carmô, inspirada na personagem de Roque Santeiro; Mosquita, a pastor alemã preta, fiel e inteligente; os amorosos Cascão, Casquinha e Pluto, companheiros inseparáveis da infância de Maria Gabriele; Tatu, escudeiro de Eduardo; e Banque, o eterno adolescente.

Alfredo (Alfi) ainda percorre os jardins do Fachini Art Studio, mantendo viva a presença animal no espaço. Entre os gatos, Fred deixou saudades, enquanto a charmosa Tônia e o majestoso Benjamin seguem ao lado de João Marco, Maria Gabriele e Maria Cleusa, garantindo a continuidade afetiva da família.

Foi também nesse ambiente, ainda em construção, que Maria Cleusa deu suas primeiras pinceladas — início de uma trajetória artística que culminaria em 20 telas para sua primeira exposição. No início do século XXI, o ateliê chegou a funcionar provisoriamente em outro endereço, ocupando o subsolo da empresa Tucano; ali, as atividades seguiram até 2003, quando as aulas foram interrompidas para que Maria Cleusa se dedicasse integralmente à maternidade. Cada gesto, cada cor aplicada, conversava com a própria história da casa, transformando seus espaços — temporários ou definitivos — em palco de criação, inspiração e transformação.

Com o passar do tempo, a Casa Amarela deixou de ser o lar da família, mas jamais perdeu sua essência. O que antes abrigava vidas, risos e memórias transformou-se em um espaço de propósito renovado: o Fachini Art Studio. Hoje, a casa respira arte, criatividade e inspiração. Seus cômodos, que um dia guardaram histórias familiares, agora acolhem cores, formas e ideias, tornando-se refúgio de bem-estar e desenvolvimento humano.